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Governo reconhece a importância do papel da Construção e do Imobiliário na criação de emprego e na competitividade de Portugal, considera a CPCI.


A CPCI – Confederação Portuguesa da Construção e do Imobiliário considera que as declarações públicas do Primeiro-Ministro, anunciando que a política de cidades, a habitação e a recuperação da actividade das empresas do sector, são prioridades para 2017, se revestem de uma grande oportunidade e vieram restabelecer expectativas e permitir encarar o futuro imediato com um maior optimismo. 

Reis Campos, Presidente da CPCI, diz que «o Primeiro-Ministro, com esta declaração, vem dar novo alento a uma atividade que é responsável por 50,1% do investimento da economia. Se, por outro lado, juntarmos a perspectiva que foi assumida pelo ministro do Planeamento e das Infra-estruturas, o qual anunciou investimentos em projectos estruturantes que, numa ótica de crescimento e de desenvolvimento produtivo, permitem dar resposta às efectivas necessidades do País e servir de alavanca ao investimento privado», a Confederação reconhece que este pode ser um momento de viragem, na medida em que represente um compromisso firme, por parte do poder político, com o futuro.

«Sem planeamento não há confiança, e sem confiança não há investidores, logo, não há crescimento económico e criação de emprego», afirma Reis Campos. Desta forma, «este alinhamento estratégico do nosso País com o discurso da restante Europa era mais do que necessário e relevante. Trata-se de tirar partido de domínios estratégicos essenciais, como a reabilitação urbana, a eficiência energética e ambiental, a competitividade territorial e logística, a atração de investimento estrangeiro e o desenvolvimento de uma política de cidades que seja inclusiva, capaz de dar resposta às necessidades de habitação por parte das famílias e, sobretudo, dos mais jovens».

«Estou certo que não é apenas o sector que se revê nas palavras do Senhor Primeiro-Ministro, mas todo o País, já que o nosso futuro colectivo passa por criar emprego duradouro, por espaços urbanos dinâmicos e competitivos e por uma maior coesão territorial», diz Reis Campos.

«E após décadas de total inexistência de uma política de habitação verdadeiramente global e integrada, os resultados estão à vista. Temos mais de 1,5 milhões de casas a precisar de obras, 465 mil famílias a viver em alojamentos sobrelotados e uma habitação social para cada 16 portugueses em risco de pobreza. Programas como a “Casa Eficiente”, dinamizados pelo Ministro do Ambiente e tendo como entidade agregadora a CPCI, são um bom exemplo do que deve ser feito, tendo por objectivo alargar a Reabilitação Urbana a todo o País. Este é o momento de concretizar as medidas que estão há muito identificadas e fazer das cidades instrumentos de competição à escala global».


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