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Sinalética nos ecopontos igual em 65% do território.


Prevê-se que a implementação do projecto de sinalética universal chegue aos mais de 43.000 ecopontos espalhados pelo País no final do próximo ano. Actualmente a informação já abrange mais de 6,8 milhões de habitantes.

Cerca de 65% do território nacional já dispõe de ecopontos com informação idêntica sobre as regras de separação dos diversos resíduos de embalagem.

A implementação do projecto - que veio eliminar as diferenças de terminologias, regras ou imagens que existiam consoante a região - prevê-se que esteja concluída no final de 2018, altura em que chegará aos mais de 43.000 ecopontos em Portugal. 

O projecto, que consiste numa harmonização da sinalética sobre regras de separação de resíduos, resultou de um trabalho conjunto desenvolvido por uma equipa formada pela EGF, EGSRA – Associação para a Gestão de Resíduos e Sociedade Ponto Verde, tem contado com o apoio das autarquias e dos sistemas de gestão de resíduos urbanos (SGRU), as entidades responsáveis por levar a cabo diversas operações inerentes à gestão dos resíduos urbanos, nomeadamente a sua recolha, tratamento e valorização. 

Até ao momento envolveu 15 SGRU, de Norte a Sul do País, mas também nos Açores, abrangendo mais de 6,8 milhões de habitantes, nomeadamente nos municípios servidos pelos sistemas da Algar, Amarsul, Amcal, A. M. Ilha do Pico, Braval, Ecolezíria, Ersuc, Gesamb, Lipor, Resinorte, Resitejo, Resulima, Suldouro, Valorminho e Valorsul). 

A iniciativa foi criada após a identificação de regras contraditórias e de terminologias diferentes em várias zonas do País, levando ao desenvolvimento de uma nova sinalética com o objectivo de mitigar as possíveis situações geradoras de dúvidas e erros na separação dos resíduos e na sua deposição nos ecopontos.

 «O projecto tem vindo a ser essencial para o esclarecimento e informação do consumidor, tornando o ato de separação mais simples e a informação mais clara para todos independentemente do município em que residem ou da fonte de informação consultada», salienta Luís Veiga Martins, Director-Geral da Sociedade Ponto Verde.


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