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O índice de produtibilidade hidroeléctrica foi muito baixo no início de 2017 (0,36), e mesmo o índice de eolicidade ficou um pouco abaixo da média (0,92).


Texto: Revista O Instalador

Foto: José Alex Gandum

A pouca pluviosidade dos últimos meses prejudicaram a produção de electricidade a partir da energia hídrica, e no mês de Janeiro a eólica manteve produção um pouco abaixo do habitual. Ainda assim, a produção de electricidade a partir de fontes renováveis representou 51% do total da energia produzida no passado mês de Janeiro.

Como curiosidade, assinale-se que no dia 2 de Janeiro de manhã, e  durante meia hora, a energia renovável foi suficiente para suprir as necessidades do consumo e que nesse mesmo dia pelas 9 horas a produção eólica atingiu um novo recorde nacional, alcançando uma potência de 4.532 MW,  a que corresponde um factor  de carga de 87% do parque eólico de Portugal Continental.

Com a ligeira quebra das energias renováveis no seu todo em Janeiro, as energias fósseis conheceram algum protagonismo através das centrais térmicas a carvão, a gás natural e de cogeração fóssil.

Em relação a Janeiro de 2016, é de realçar a expressiva quebra da produção hídrica, a qual reverteu para as energias fósseis, em especial carvão e gás natural.

Paralelamente, no mês findo o sector eléctrico nacional registou um balanço líquido exportador de 249 GWh, que corresponde a 24 milhões de euros. esta exportação eléctrica foi, em parte, devida à situação de emergência  do sector eléctrico francês e por condições climatéricas adversas na Europa Central.


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