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Segundo um relatório enviado pela agência Dicyt para a Europa Press, cientistas defendem que deveriam ser estabelecidas restrições em certas áreas de pastagem


Texto: Revista O Instalador
Foto: José Alex Gandum


Os cientistas envolvidos no estudo que produziu o relatório da agência Dicyt consideram que deveriam ser estabelecidas restrições nas áreas e nas zonas afectadas pela mineração com o objectivo de preservar a qualidade dos alimentos.


Outro estudo, este da responsabilidade do Instituto de Recursos Naturais e Agrobiologia de Salamanca (IRNASA), realizado numa área afectada pela antiga exploração de tungsténio da cidade de Barruecopardo, na zona de Salamanca, mostra que os animais que pastoreiam nesta área de mineração estarão a ingerir quantidades de arsénico acima do recomendado.


Estes resultados foram publicados na revista científica 'Ecootoxicologia e Segurança Ambiental' e adverte que os valores de arsénico excedem em 20 vezes as recomendações internacionais para pastagens. Esse excedente pode manifestar-se na carne e no leite que essas animais fornecem, e que fazem parte da alimentação humana.


As antigas operações de mineração, mesmo depois de encerradas, podem ser uma fonte de elementos tóxicos, como neste caso do arsénico. Como geralmente são zonas que ficam ao abandono, não se sabendo bem se os proprietários são privados ou se é o Estado, são zonas apelativas para deixar animais a pastar, independentemente do perigo que esses próprios animais correm, alerta o relatório agora divulgado.


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