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O simbólico edifício em Lisboa aparece de novo de cara lavada e com uma grande exposição sobre o atleta campeão Carlos Lopes que lhe dá o nome.


Texto e foto: José Alex Gandum

Foi um simbólico do Estado Novo e palco de grande parte da história de Portugal dos últimos 100 anos. Foi fabricado em Portugal mas construído no Brasil para integrar a Grande Exposição Internacional do Rio de Janeiro em 1922. Depois, foi desmontado e transportado de barco para Portugal em 1929, onde abriu portas em 1932 com a Grande Exposição Industrial Portuguesa.

Depois da II Guerra Mundial recebeu pela primeira vez o Campeonato do Mundo de Hóquei em Patins, em 1947, onde Portugal se sagrou pela primeira vez campeão do Mundo nesta modalidade. A seguir ao 25 de Abril recebeu comícios de todos os partidos políticos, de sindicatos, espectáculos diversos de música e de desporto.

Em 1984, recebeu o nome de Carlos Lopes, logo após o feito daquele atleta de ter ganho a Maratona dos Jogos Olímpicos de Los Angeles. Em decadência acelerada e com falta de manutenção, fechou as portas há 14 anos, sendo agora reinaugurado, no dia em que o atleta que continua a dar-lhe o nome comemorava 70 anos de idade.

Na reinauguração esteve Carlos Lopes, o presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, e o Primeiro-ministro, António Costa, entre outras personalidades. O evento constou da abertura de uma exposição do acervo de Carlos Lopes, dividida entre os dois torreões do edifício, e que estará patente ao público durante um mês, e um espectáculo de luz e som com base nas potencialidades turísticas de Lisboa.


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