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O empenho da União Europeia (UE) numa transição para energias não poluentes é irreversível e não negociável. Nessa transição para um futuro mais sustentável, nenhuma região deve ser deixada para trás quando abandonar uma economia alimentada a combustíveis fósseis, segundo refere a Comissão Europeia, em comunicado.


A nova plataforma, lançada esta segunda-feira, facilitará o desenvolvimento de projetos e de estratégias a longo prazo nas regiões muito dependentes do carvão, por forma a relançar o processo de transição e a dar resposta aos desafios ambientais e sociais.

Reunirá partes interessadas a nível local, regional, nacional e da UE envolvidas no processo de transição, ajudando a encorajar parcerias e a partilhar as experiências de cada parte.

As actividades da plataforma estarão inicialmente centradas nas regiões carboníferas, sendo que o objectivo será o seu posterior alargamento às regiões muito dependentes do carbono.

Foi concebida de forma a incentivar a transição para as energias limpas, com maior foco na justiça social, na transformação estrutural, nas novas competências e no financiamento da economia real.

Recorde-se que a Comissão já está a apoiar o processo de transição das regiões muito dependentes do carvão e do carbono, no âmbito da sua política de coesão.

Esta política, desenvolvida a nível da UE, ajuda as regiões na sua transição económica com base nos respetivos activos de «especialização inteligente», ou seja, nos domínios concretos em que cada região beneficia de vantagens competitivas, com o objectivo de as ajudar a absorver a inovação e a diminuir a sua dependência do carbono.

Através da política de coesão, a UE está em contacto directo e constante com os parceiros regionais no terreno, podendo prestar um apoio à medida para orientar a evolução estrutural.


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