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A organização ambientalista Greenpeace enumerou alguns dos itens que, a serem seguidos, podem melhorar o mundo em 2018 e nos anos seguintes. A revista O Instalador acrescentou alguns respeitantes a Portugal.


Texto: Revista O Instalador
Foto: José Alex Gandum

- Para 2018 e anos seguintes, as ONGs, nomeadamente a Greenpeace, avançam com a proposta de ser alcançado este ano uma lei sobre alterações climáticas e transição energética, que inclua o fim da energia nuclear e do carvão, visando um horizonte 100% renovável, de modo a evitar um aumento de mais de 1,5 graus centígrados no final do presente século.

- Também se advoga a redução de forma eficaz da utilização do designado plástico de uso único.
- O estabelecimento de planos de mobilidade urbana focados nas pessoas, através de sistemas de transportes inteligentes, com menos veículos particulares que utilizem combustíveis fósseis.
- Estabelecer políticas florestais que tenham em conta as alterações climáticas e a realidade dos incêndios, os quais são cada vez mais frequentes e intensos.
- Dar uma maior atenção à maior área protegida do planeta, o Mar de Weddell, na Antárctida.
- Aumentar a protecção da biodiversidade, com o início do Tratado dos Oceanos, pela ONU.
- Promover a participação efectiva dos cidadãos na transição energética, através do pacote legislativo europeu 'Energia limpa para todos'
- Consumir menos e melhor, com redução drástica do hiperconsumo. Promover o ecológico e o local. reduzir o consumo de carne e outros derivados de animais provenientes de gado industrial.
- Pôr fim à entrada de produtos oriundos do desmatamento e da degradação florestal (madeira, soja, carne, óleo de palma, papel...) na União Europeia.
- Fortalecer a qualidade democrática, com a aprovação de um regulamento da Lei da Transparência e do Acesso à Informação.

Em Portugal, as medidas mais urgentes a tomar dizem respeito à calamidade dos incêndios florestais e à seca, em especial em zonas com potencialidades agrícolas. Travar a poluição dos rios, nomeadamente o rio Tejo, o qual sofre a montante (ainda em Espanha) de um desvio do seu curso de água para o rio Segura. E ainda uma palavra para a mobilidade urbana, a qual tem vindo a piorar nos últimos anos - em especial em Lisboa - o que motiva  a que os cidadãos recorram cada vez mais ao veículo particular.


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