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Se já houvesse uma escala de classificação das alterações climáticas, as calamidades climáticas que estão a assolar os EUA neste momento estariam com certeza no topo dessa escala


Texto: José Alex Gandum

Nova Iorque em está em estado de emergência, temperaturas em Chicago a chegarem aos 26 graus centígrados negativos, neve em abundância na Florida pela primeira vez em muitas décadas... algumas das razões que estão a deixar os Estados Unidos da América (em especial a Costa Leste) praticamente paralisado.


Enquanto isso, no Alasca, província norte-americana na costa noroeste, e mais perto do Árctico, as temperaturas e o clima têm estado amenos para a altura do ano. Isto poucas semanas depois dos incêndios gigantescos que afectaram o estado da Califórnia, na ponta sudoeste dos EUA.


Em publicações da especialidade, os especialistas dizem que se houvesse uma escala que medisse as alterações climáticas, os EUA estariam agora a atingir o topo dessa escala. E, acrescentam, no país onde o Presidente eleito há cerca de ano é um crítico das alterações climáticas.


Nos últimos meses, os EUA, ou alguns dos seus territórios, têm sido fustigados por calamidades climáticas, desde furacões, a inundações, incêndios, vagas de calor e de frio. Ainda assim, Donald Trump, o presidente que tomou posse em Janeiro do ano passado, quer retirar o país do Acordo sobre o Clima que o presidente anterior, Barack Obama, assinou em Paris, em Dezembro de 2015.

Os EUA voltaram a apostar em força na produção de energia à base de combustíveis fósseis, como o carvão, em detrimento de energias renováveis, sabendo-se que são aquelas energias que mais contribuem para o aumento das emissões de gases com efeito de estufa, fenómeno que está na origem das alterações climáticas, segundo os especialistas.


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