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No final do Conselho Económico, que se realizou esta terça-feira, o ministro do Ambiente, João Matos Fernandes, abordou a questão da seca, alertando para as irregularidades da água nos próximos anos.


Foto: José Alex Gandum 

João Matos Fernandes começou por declarar que seria preciso chover tanto como choveu ontem durante dois meses para que a situação de seca em Portugal se invertesse. Referiu ainda que a norte do rio Tejo a situação de seca quase desapareceu, mas a sul daquele rio, nomeadamente na bacia hidrográfica do rio Sado, mantêm-se os problemas da seca, pois a água nalgumas barragens não ultrapassa os 20%. 

Em virtude dessa limitação, e se não chover em quantidade até inícios de Fevereiro, Matos Fernandes referiu que os agricultores e as associações de regantes mais atingidos terão que dizer qual a quantidade de água que vão precisar, para facilitar a gestão da disponibilização da água. 

De qualquer modo, o responsável pela pasta do Ambiente, sublinhou que os portugueses terão que se adaptar a «um tempo com menos água e com uma maior irregularidade na sua distribuição». Frisou ainda que há que fazer um grande esforço para se ser mais eficiente em termos de consumo e distribuição de água.


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