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Durante todo o ano de 2018, os bebés nascidos no dia 1 de cada mês podem receber um mês de electricidade. Objectivo passa por alertar para o facto de Portugal ter a taxa de natalidade mais baixa da Europa, com excepção de Itália.


Numa altura em que Portugal é o segundo país da Europa em que menos bebés nascem, apenas batido pela Itália, a Galp lança uma oferta comercial, dirigida aos casais que contribuem para atenuar esta tendência, chamando simultaneamente a atenção para um problema do qual depende a sustentabilidade de Portugal enquanto país.

 A empresa suporta, até ao final deste ano, um mês de electricidade de todas as famílias dos bebés que nascerem no dia 1 de cada mês que sejam – ou pretendam passar a ser – clientes de electricidade da empresa. 

«A nossa intenção principal com esta medida é promover uma reflexão conjunta sobre este problema. As empresas podem e devem ter um papel activo na discussão de medidas que promovam uma melhor sociedade e sustentabilidade para todos», conclui Joana Garoupa, directora de Marketing e Comunicação da Galp. 

Segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o número médio de filhos por mulher subiu para 1,36 em 2016, um ligeiro aumento face à taxa de 1,3 de 2015, mas ainda assim insuficiente para travar a queda da população do país. 

Em 2017, segundo dados do Ministério da Justiça divulgados esta semana, a natalidade terá voltado a cair. 

De acordo com os dados do gabinete oficial de estatísticas da UE, Portugal teve em 2016 cerca de 87 mil nascimentos – o que representa uma taxa de 8,4 nascimentos por cada 1000 habitantes. 

É a segunda taxa mais fraca da UE. Em Itália o valor é de apenas 7,8 crianças, enquanto as taxas de natalidade mais elevadas se observam na Irlanda (13,5 por 1000 habitantes), Suécia e Reino Unido (ambos com 11,8). 

No extremo oposto, depois de Itália e Portugal, seguem-se a Grécia (8,6) e Espanha (8,7).


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