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Pela 7 ª vez, Portugal contribui para a logística científica na Antártida fretando um avião que transportará cientistas e técnicos entre Punta Arenas, no Chile, e o aérodromo Teniente Marsh, na ilha de Rei Jorge, na Antártida.


A missão, que começou hoje, 31 de Janeiro, será a âncora da Campanha Antártica Portuguesa 2017-18, que decorrerá até ao mês de Março em conjunto com vários países parceiros. 

Os voos de ida e volta coordenados pelo PROPOLAR levarão 4 investigadores portugueses à Antártida, proporcionando também transporte a 101 investigadores dos programas búlgaro, chinês, espanhol e sul coreano. No total, a campanha antártica do presente ano integra 6 projectos de investigação, com um total de 14 cientistas no terreno (10 portugueses, 3 espanhóis e 1 norte-americano), que trabalharão nas ilhas de Rei Jorge e Livingston (Arquipélago das Shetlands do Sul) e em Cierva Cove (Costa Danco, Península Antártica). 

Portugal não possui infra-estruturas na Antártida, pelo que as campanhas nacionais se apoiam na cooperação internacional, estabelecida pelo PROPOLAR durante a última década, com países como a Argentina, Bulgária, Brasil, Chile, China, Espanha, Estados Unidos da América, Perú, República da Coreia e Uruguai. 

A Campanha Antártica Portuguesa 2017-18 que se desenrolará até Março 2018, durante o Verão antártico, é financiada pelo Programa Polar Português (PROPOLAR), através da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT) - Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES). 

Os projectos nacionais são coordenados por 6 universidades e centros de investigação públicos, principalmente nas áreas das ciências sociais, da criosfera, do ambiente e da Terra, alguns visando estudar os efeitos das alterações climáticas na região.


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