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Esta quarta-feira O Instalador visitou a Central Solar Térmica do Edifício Sede da Caixa Geral de Depósitos (CGD), em Lisboa. A iniciativa, organizada pela Lisboa E-Nova com o apoio da CGD, permitiu ficar a conhecer a maior central do país aplicada num edifício de serviços. Leia a reportagem completa na edição impressa de Março de 2018 da nossa revista.


Texto e Foto: Ana Clara | ana.clara@oinstalador.com

A central solar do Edifício Sede da CGD é composta por 158 colectores solares instalados em 1 600 m2 da cobertura do edifício na Av. João XXI, em Lisboa, permitindo a produção de energia que é utilizada para aquecer e arrefecer (através de um chiller de absorção) água para sistemas de climatização, instalações sanitárias e cozinha do refeitório. 

Coube a Rui Lourenço, da Direcção de Negócio Imobiliário (DNI) do banco público, conduzir a visita e explicar aos participantes todo o funcionamento da central que entrou em funcionamento em 2008. 

Num sistema simples, mas também ele complexo, dada a dimensão do edifício, os painéis solares recebem a energia sob a forma de radiação solar, o que gera o aquecimento do fluido de transporte que circula no seu interior. Este fluido é depois armazenado em dois tanques localizados na central térmica. 

O fluido térmico armazenado permite, através dos permutadores, o aquecimento das águas sanitárias, para balneários e cozinhas, em mais de 230 instalações (poupança de 196 MWh/ano). 

A central é composta por 158 colectores solares instalados em 1 600 m2 da cobertura do edifício na Av. João XXI, em Lisboa, permitindo a produção de energia que é utilizada para aquecer e arrefecer (através de um chiller de absorção) água para sistemas de climatização, instalações sanitárias e cozinha do refeitório.

Desde a sua entrada em funcionamento produziu mais de 7.500.000 kWh de energia. A energia produzida é utilizada para o aquecimento, arrefecimento, e produção de água quente, sanitária e cozinha.

A central dispõe ainda de um sistema de monitorização detalhado aliado a um sistema de gestão das instalações técnicas do edifício, permitindo desta forma optimizar o seu funcionamento e melhor corresponder às diversas necessidades de consumo ao longo do ano.

Fique a conhecer, em detalhe, o funcionamento desta central na próxima edição de Março da nossa revista.


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