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Investigadores do Instituto Fraunhofer para a Energia do Vento e Tecnologias de Sistemas Energéticos (IWES), em Bremerhaven, na Alemanha, estão a estudar novos métodos para a monitorização da saúde estrutural de turbinas eólicas offshore, que permitam a inspecção estrutural mesmo em condições climatéricas difíceis.


Foto: Instituto Fraunhofer 

O estudo, que está a ser desenvolvido em conjunto com a fabricante alemã de turbinas eólicas WindMW Service GmbH, o Instituto de Metrologia, Automação e Ciências da Qualidade de Bremen (BIMAQ) e a Deutsche WindGuard Engineering GmbH, tem como objectivo principal a redução dos tempos de interrupção de serviço decorrentes de operações de manutenção e a optimização dos processos de inspeção estrutural. 

De forma a alcançar os objectivos do projecto, os engenheiros alemães estão a utilizar duas abordagens distintas. 

A primeira envolve o uso de aeronaves não tripuladas (drones) em combinação com tecnologias móveis de termografia. 

A utilização de sistemas avançados de termografia possibilita a detecção de danos na superfície dos diferentes elementos das turbinas eólicas. 

Os defeitos estruturais originam fricção entre os elementos constituintes dos rotores eólicos, o que por sua vez gera calor. Os fluxos de calor ao longo dos materiais podem ser precisamente avaliados através da captura e análise de imagens térmicas. 

A segunda passa pela integração, nas pás dos rotores eólicos, de sistemas de medição de emissões acústicas, uma abordagem que permite a existência de um sistema de alerta precoce para o aparecimento de defeitos estruturais ou mecânicos. 

Os sensores piezoeléctricos e de emissões acústicas são instalados em zonas estruturalmente relevantes das pás dos rotores, estatisticamente propícias ao aparecimento de fragilidades.


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