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Os cigarros electrónicos, cujo consumo aumentou nos últimos anos, mais para contornar a proibição de fumar em certos locais, podem ser mais prejudiciais para o ambiente e para as pessoas.


Texto e foto: José Alex Gandum


Segundo um estudo publicado no European Respiratory Journal, e liderado por Jonathan Grigg, professor de Medicina Pediátrica Ambiental e Respiratória da Universidade Queen Mary, de Londres, Reino Unido, o consumo de cigarros electrónicos poderá ser mais prejudicial a longo prazo para os fumadores activos, passivos e para o ambiente, do que o fumo dos cigarros tradicionais.


Isto porque o vapor dos cigarros electrónicos parece ser benéfico para as bactérias que causam pneumonia. O estudo, que incluiu experiências com células, cobaias e seres humanos, mostrou que o vapor do cigarro electrónico teve um efeito semelhante aos efeitos do fumo do cigarro tradicional ou da contaminação pela poluição originárias de fontes fósseis, o que aumenta a susceptibilidade à infecção pulmonar por bactéria pneumocócica.


Como conclusão, os investigadores referiram que, e embora as pessoas pensem que o fumo do cigarro electrónico não tem tantos malefícios como o fumo do cigarro tradicional, há uma crescente evidência que a inalação do fumo do cigarro electrónico tem potenciais efeitos para a saúde e para o ambiente, pois expõe as células a altas concentrações de compostos potencialmente tóxicos.


Eles sugerem que, para deixarem de fumar, as pessoas deverão tomar as mesmas medidas que se tomam para o tabaco normal, embora reconheçam que, e contrariamente ao que se pensava, é mais difícil um fumador de cigarro electrónico deixava completamente de fumar que um consumidor de tabaco normal.


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