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Investigadores do Porto estão a desenvolver ferramentas tecnológicas para explorar de forma sustentável os recursos vivos em locais pouco conhecidos do mar profundo, podendo estes servir para criar soluções na área biomédica e industrial.


«O mar profundo contém uma vasta reserva de recursos, tanto de origem mineral como biológica, com um vasto potencial. No entanto, muitos desses recursos estão localizados em ecossistemas sensíveis, que são mal estudados e compreendidos», explicou à Lusa o coordenador do projecto e investigador do Centro Interdisciplinar de Investigação Marinha e Ambiental da Universidade do Porto (CIIMAR), Filipe Castro.

O especialista indicou, que para além dos recursos vivos, podem também ser explorados os minerais e os metais – como o cobre e o níquel – que necessitam de ser «mapeados e quantificados».

Com o lema “Conhecer para intervir”, o projecto CORAL resulta de uma parceria entre o CIIMAR e o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC).

Uma das linhas de investigação do CORAL é a “Bluetools”, na qual estão a ser criadas as tecnologias capazes de monitorizar e explorar o solo dos fundos marinhos, lidando com as particularidades deste ambiente, como a profundidade, a ausência de luz e a distância ao continente.


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