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Não há energias renováveis sem financiamentos. Por isso o relatório trimestral da Bloomberg New Energy Finance fornece informação sobre isso mesmo a nível mundial.


Texto: José Alex Gandum

No Reino Unido o investimento em energias renováveis caiu 17% no primeiro trimestre deste ano, em parte devido ao declínio dos fluxos financeiros oriundos dos dois maiores mercado mundiais, a China e o Estados Unidos da América.

China e Hong Kong, através da empresa China Everbright Greentech, que gere resíduos e energias alternativas, vão fazer o maior investimento em Hong Kong, cerca de 425 milhões de euros, com a possibilidade dos projectos serem feitos nos sectores agrícola e florestal.

Nos países em desenvolvimento, o México aparece à frente dos que mais investiram no primeiro trimestre de 2017, e o Brasil apresentou uma queda de 3%. Em África o destaque vai para o financiamento fornecido pelo HQ Power Company para a construção e operação de uma fábrica de biomassa de 80 MW no Ruanda.

A Índia bate de novo recordes pela queda dooo preço da energia solar, agora negociado a 0,014 euros (3,15 rupias) por quilowatt-hora, após um concurso público, onde a subsidiária local da empresa francesa Engie ganhou os direitos que vão permitir desenvolver 250 MW.

Também foi notícia um leilão de energia renovável na Turquia, onde o Ministério da Energia recolheu propostas de 27 investidores com o objectivo de construir 1 GW de parques eólicos, com a garantia de compra de energia limpa por parte do governo turco por um período de 15 anos.

Na Península Ibérica o destaque vai para o leilão que se vai realizar em Espanha no próximo dia 17 de Maio, onde serão postos a concurso de 2 a 3 GW de energia renovável.


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