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A seca que tem afectado Moçambique é um dos cenários com os agricultores vão ter que aprender a conviver, alerta a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) que a partir desta semana promove acções de formação.


As actividades decorrem no distrito de Nhamatanda, província central de Sofala, e visam fortalecer «as capacidades dos produtores agrários para gerir o impacto das mudanças climáticas» e para «melhorar a segurança alimentar através da metodologia das escolas na 'machamba' do camponês».

A formação vai ser orientada por especialistas da FAO oriundos do Maláui.

«O primeiro passo da estratégia passa pela formação em metodologias de diagnóstico participativo, além do mapeamento de áreas afectadas pelas mudanças climáticas», refere a FAO.

Vão beneficiar da capacitação 40 pessoas, entre as quais promotores de actividades rurais, oficiais dos serviços provinciais, representantes de organizações de produtores e especialistas de sementes e pecuária.

O projecto de formação é financiado pelo Fundo Global para o Ambiente (GEF, sigla em inglês) que tem como objectivo explorar diversas abordagens para ajudar os agricultores em práticas de resiliência.


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