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A indústria eólica criou 80 mil novos postos de trabalho em todo o mundo em 2016, representando um aumento de 7% em relação a 2015. Há agora 1,2 milhões de pessoas a trabalhar no sector.


Texto: José Alex Gandum

De acordo com o último relatório sobre o emprego no sector das energias renováveis divulgado pela Agência Internacional de Energias Renováveis (IRENA), e apresentado ontem, há hoje cerca de 1,2 milhões de pessoas a trabalhar na indústria eólica em todo o mundo.

China, Estados Unidos da América (EUA), Alemanha, Índia e Brasil são os países que têm gerado mais empregos. A China criou 509.000 postos de trabalho em 2016, cerca de metade do total mundial.

Os EUA tiveram um aumento de 28% em relação a 2015, atingindo 102.500 postos de trabalho. O Brasil criou 32.400 empregos em 2016, 21% menos que no ano anterior.

A Alemanha continua na frente na criação de empregos na Europa, com um total de 142 900 pessoas, apesar de ter tido uma diminuição de 4% em relação a 2015.

Embora a indústria eólica tenha estagnado nos últimos tempos, é provável que os empregos neste sector aumentem nos próximos anos devido sobretudo ao crescimento de instalações, de acordo com o IRENA. Se as previsões baterem certo, em 2030 poderá haver três milhões de empregos e em 2050, quatro milhões.

Ao todo, as energias renováveis empregam 9,8 milhões de pessoas no mundo e neste momento já ultrapassaram as energias convencionais na criação de emprego.

China, Brasil, EUA, Índia, Japão e Alemanha são os principais países que conduziram a esse crescimento. S´na China trabalham nas energias renováveis 3,64 milhões de trabalhadores.

O director-geral do IRENA, Adnan Z. Amin referiu que nos últimos quatro anos o número de postos de trabalho nos sectores do fotovoltaico e do eólico aumentaram duas vezes, esperando que o número total de trabalhadores nas energias renováveis em todo o mundo atinja os 24 milhões em 2030.


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