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O alerta é da Associação de Energias Renováveis: dificilmente serão cumpridas as metas para 2020 no que diz respeito à produção portuguesa de energia de origem renovável.


Apesar dos dados do último ano serem animadores, António Sá da Costa, presidente da associação, diz que os períodos de seca desequilibram a balança.

«O último ano completo foi um ano húmido, choveu muito, e a percentagem de electricidade de origem renovável chegou a 64% do consumo, o que é um valor muito bom. Mas como este ano está a ser um ano seco, os valores vão ser mais baixos», esclarece.

Relativamente às metas de Bruxelas, estipuladas no Tratado de Paris, António Sá da Costa explica que a avaliação da Comissão Europeia tem por base os últimos 15 anos, e que apesar dos valores serem positivos a meta para 2020 será muito difícil de atingir.

«Estamos nos 54%, não é mau mas ainda estamos longe dos 70% que é a meta expectável para 2020. Com a reanimação da economia, também se aumentou o consumo, portanto a meta ficou um bocadinho mais distante, porque o crescimento desacelerou muito nos últimos três/quatro anos», afirma.

Declarações no âmbito do Dia Mundial da Energia que se assinalou por todo o país a 29 de Maio.


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