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O Parlamento Europeu aprovou na semana passada as novas reduções obrigatórias dos sectores que mais produzem os gases com efeito de estufa, como a agricultura, os transportes, a construção e a gestão de resíduos.


Texto: Revista O Instalador

O Relatório foi aprovado com 534 votos a favor, 88 contra e 56 abstenções. O texto inclui o objectivo de redução das emissões para sectores não abrangidos pelo sistema de comércio de emissões na União Europeia (UE), sendo responsável por 60% das emissões da UE. Esta medida pretende cumprir o compromisso do bloco sobre o Acordo de Paris sobre as Alterações Climáticas, sendo o objectivo global da UE reduzir as suas emissões globais em 40% até 2020.

Os países onde são necessários cortes mais profundos nas emissões são o Luxemburgo e a Suécia (ambos com 40%), seguidos da Dinamarca e Finlândia (ambos com 39%), Alemanha (38%), França e Reino Unido (ambos com 37%), Holanda e Áustria (ambos com 36%), Bélgica (35%), Itália (33%) e Irlanda (30%). O objectivo da Espanha é de 26%, sendo o de Portugal semelhante.

Cada país irá seguir a sua própria estratégia para reduzir as emissões, calculadas a partir da situação de 2018, e não 2020, como proposto por Bruxelas. Além disso, os eurodeputados fixaram um objectivo de redução de emissões de 80% até 2050.

Por outro lado, o Parlamento propôs um mecanismo para recompensar países por PIB per capita abaixo da média da UE, que já tomaram medidas ou que o vão fazer antes de 2020, proporcionando-lhes uma maior flexibilidade durante a última parte do processo.


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