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A sua Wallbox de confiança

Ricardo Rocha | ricardo.rocha@i-charging.pt07/09/2020
Para efetuar um serviço de excelência é necessário que o equipamento corresponda às expectativas, que seja robusto, fiável, simples de instalar e principalmente que esteja de acordo com as regras de segurança estabelecidas pelas entidades reguladoras a nível nacional.

A i-charging tem o carregador ideal para todo o tipo de aplicações, desde a wallbox com funcionalidades básicas até à integração de uma rede de carregadores com balanceamento de carga, contadores de energia certificados, sistema de autenticação, comunicação com software central, etc. Tudo vai depender do seu cliente, nós temos a solução!

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Aplicações: Residências unifamiliares/Residências coletivas com necessidade de autenticação e sistema de regulação da potência; PMEs; Alojamentos.

Segurança

Para garantir a máxima segurança temos de ter em conta o veículo, a infraestrutura e o ponto de carregamento elétrico.

  • Veículo – integridade do VE, nomeadamente a bateria e tomada elétrica;
  • Infraestrutura – deverá instalar, no circuito de alimentação do Ponto de Carregamento, as seguintes proteções elétricas e respetivos cabos:

- O circuito que alimenta o Ponto de Carregamento deverá ser dedicado;

- Proteção Diferencial tipo A + Disjuntor Curva C; só é possível a instalação desta proteção uma vez que o equipamento já possui um sensor de fuga de corrente contínua incorporado, caso contrário teria de considerar uma Proteção Diferencial tipo A EV ou Proteção Diferencial tipo B, resultando num custo de instalação consideravelmente mais elevado (de acordo com a norma IEC 61851-1);

- O cabo selecionado deve ser capaz de suportar períodos de carga constante. A recomendação é usar no mínimo condutores de 6 mm² para 16A e 10 mm² para 32A;

  • Ponto de carregamento (Fillone) – qualquer versão deste carregador incorpora um sensor de fuga de corrente contínua.

Como escolher o conetor correto para o VE

A wallbox Fillone pode ser fornecida com cabo fixo Tipo1, cabo fixo Tipo2 ou tomada do Tipo2 com bloqueio motorizado. A escolha dependerá da aplicação do carregador, i.e., se for para uso privado, sugere-se o fornecimento do equipamento com cabo fixo, para uma maior comodidade. Dispensa desta forma o manuseamento do cabo solto, a recolha do cabo da mala do veículo e posterior ligação ao carregador e operação inversa, no ato de desligar. Caso a aplicação seja para uso partilhado, para uma maior abrangência, sugere-se a utilização de um carregador com tomada do Tipo2.

Conector do Tipo 1

Conector padrão japonês para carregamento de veículos elétricos em corrente alternada (também adotado pelos países da América do Norte e aceite pela UE). Pode ser usado para carregar modelos de veículos elétricos, como Opel Ampera (primeira versão), Nissan Leaf (primeira versão), Nissan E-NV200, Mitsubishi Outlander, Mitsubishi iMiev, Peugeot iON, Citröen C-Zero, Renault Kangoo ZE (tipo 1), Ford Focus elétrico, Toyota Prius Plug in e KIA SOUL. Este tipo de conector está a ser cada vez menos usado na Europa, para veículos novos.

Conector do Tipo 2

Esse tipo de conector é designado pela Comissão da União Europeia como padrão para o carregamento de veículos elétricos para potências iguais ou inferiores a 22 kVA. Pode ser usado para carregar modelos de veículos elétricos, como Opel Ampera (versão atual), Nissan Leaf (versão atual), BMW i3, i8, BYD E6, Renault Zoe, plug-in Volvo V60, plug-in VW Golf, VW E-up, Audi A3 E-tron, plug-in Mercedes S500, Porsche Panamera e Renault Kangoo ZE. A maioria dos novos modelos estão a chegar ao mercado europeu com este conector.

Modos de Carregamento

A norma EN 61851-1 define 4 modos diferentes de carregamento para o veículo elétrico.

O Modo1 representa a ligação a uma infraestrutura não especializada (e.g., circuito doméstico existente) usando um cabo sem equipamento de controlo. A proteção RCD (residual current devices) não pode ser garantida, desta forma não se recomenda o Modo1 para carregamento VE.

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O Modo2 utiliza infraestrutura não especializada, como a tomada doméstica. No entanto, o cabo do Modo2 que conecta o veículo à fonte de alimentação elétrica incorpora um dispositivo de controlo e proteção no cabo (IC-CPD) que fornece proteção RCD a jusante da unidade. Em aplicações residenciais, a potência de carregamento referente ao Modo2 é normalmente limitada a 1,4kVA-2,3kVA (6–10A).

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O Modo3 é um sistema especializado para carregamento de VE usado em residências, estabelecimentos comerciais e locais públicos e funciona sempre a partir de um circuito dedicado. O Modo3 opera normalmente entre 3,7kVA (16A/1 fase) e 22 kVA (32A/3 fases). Os modelos de carregadores da i-charging, Fillone e Fillone+ enquadram-se neste modo de carregamento.

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No Modo 4, o carregamento elétrico é efetuado em corrente contínua (DC). As funções de controlo e conversão AC-DC são realizadas dentro do ponto de carregamento. O Modo4 ignora o carregador onboard do veículo. Geralmente, os carregadores do Modo 4 são usados para uma carga rápida, e operam a 50kW ou mais, desde que o posto de carregamento, veículo e a instalação elétrica assim o permitam.

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Como escolher a potência de carregamento

O Fillone é um equipamento simples, mas versátil, permite escolher entre outras configurações, a potência de carregamento. Para tal temos de ter em conta os seguintes aspetos:

  • Potências disponíveis no Ponto de Carregamento:

- Ligação Monofásica com 6A = 1,4 kVA

- Ligação Monofásica com 10A = 2,3 kVA

- Ligação Monofásica com 13A = 3 kVA

- Ligação Monofásica com 16A = 3,7 kVA

- Ligação Monofásica com 20A = 4,6 kVA

- Ligação Monofásica com 25A = 5,8 kVA

- Ligação Monofásica com 32A = 7,4 kVA

- Ligação trifásica com 16A = 11 kVA

- Ligação trifásica com 32A = 22 kVA

  • Capacidade da bateria do VE – a capacidade de bateria mede-se em kWh e depende de veículo para veículo, quanto maior for a capacidade maior será o tempo de carregamento para uma dada potência usada, e energia consumida. Como exemplo, temos para o mesmo veículo quatro versões do carregador Fillone:

- Veículo A trifásico com uma capacidade de bateria elevada de 75 kWh:

Fillone 3.7 kVA – tempo de carregamento aproximado: 20h;

Fillone 7.4 kVA – tempo de carregamento aproximado: 10h;

Fillone 11 kVA – tempo de carregamento aproximado: 07h;

Fillone 22 kVA – tempo de carregamento aproximado: 3,5h.

  • Deve ser tido em conta que a potência máxima que o VE absorve em carga AC é o menor valor entre a potência do seu conversor interno e a potência que o carregador disponibiliza. Por exemplo, um VE com um conversor de 7,4 kVA absorve no máximo essa potência mesmo se alimentado por um carregador de 22kVA.
  • Potência elétrica contratada e disponível – o utilizador, por vezes, não tem conhecimento sobre a potência contratada e principalmente sobre a potência disponível, o que pode resultar numa experiência negativa. Este é um fator que pode afetar o tempo de carregamento de um VE.

Temos o seguinte exemplo:

- Veículo A com uma capacidade de bateria elevada de 75 kWh;

- Infraestrutura monofásica; Potência contratada 4,6 kVA; Potência disponível: 3,7 kVA;

  • Há expetativa de carregar o veículo em aproximadamente 8 horas, durante a noite, para tal seria levado a escolher uma wallbox Fillone de 11kVA, no entanto o verdadeiro tempo de carregamento será de aproximadamente 23h, pelas seguintes razões: a potência contratada é de apenas 4.6 kVA e a potência disponível durante a noite é de 3.7kVA.

Neste caso, temos as seguintes soluções:

- Ou o utilizador solicita um aumento de potência;

- Ou escolhe uma wallbox com uma potência de saída inferior, e.g. Fillone 3,7kVA.

Quando escolher um sistema de balanceamento de carga dinâmico

O Ponto de carregamento Fillone permite, de uma forma inteligente, gerir a potência disponível em cada aplicação. No caso de uma residência singular, basta instalar um contador de energia no quadro de distribuição para que as proteções elétricas nunca disparem, pois, o carregador vai disponibilizar ao VE apenas a potencia disponível em cada instante tendo em conta os restantes consumos da instalação. O utilizador pode, além disso, ter acesso ao histórico das sessões de carregamento bem como enviar comandos para o equipamento, e.g. start/stop, inclusive agendar um carregamento. Todas estas funcionalidades podem ser efetuadas a partir de um dispositivo móvel para comodidade do utilizador.

No caso de uma rede de carregadores, o balanceamento de carga dinâmico (DLM - Dynamic Load Management) é garantido de igual forma, com a instalação de um contador de energia no quadro elétrico. Para além disso, é necessário configurar, no equipamento master, um limite máximo da potência para o circuito dedicado de carregamento. Desta forma, o equipamento master tem a informação, em tempo real, sobre a energia que está a ser consumida, calculando a cada instante a energia disponível para cada carregador da rede.

De que forma podem ser geridos os pontos de carregamento

Os Pontos de Carregamento da i-charging podem ser geridos localmente ou de uma forma remota.

O equipamento Fillone foi concebido para uma gestão local, sendo possível aceder ao contador de energia interno sem entrar em contacto com os componentes ativos, garantindo a segurança do utilizador.

Em relação à gestão remota, a i-charging disponibiliza uma versão avançada deste carregador, trata-se do Fillone+ que permite a comunicação com um BackOffice via protocolo OCPP, plataforma online igualmente disponível no nosso portfólio. Estes equipamentos são igualmente compatíveis com qualquer BackOffice disponível no mercado, desde que implemente uma das versões do protocolo OCPP.

O software de gestão de postos de carregamento elétrico da i-charging contempla, entre outras funcionalidades, as seguintes:

  • Gestão de clientes (conjunto de utilizadores pertencentes à mesma organização)
  • Gestão de utilizadores/ perfis
  • Gestão de cartões de autenticação (RFID)
  • Gestão de carregadores/georreferenciação
  • Gestão de tarifas;
  • Gestão dinâmica de carga;
  • Gestão de carregamentos prioritários;
  • Produção de relatórios;
  • APP.

Escolha sempre carregadores certificados

Os carregadores da i-charging têm a certificação CE bem como a Declaração de Compatibilidade e Integração da Mobi.E.
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Resumo das características técnicas do Fillone/Fillone+

  • Wallbox com instalação em parede.

  • Equipamentos disponíveis nas versões monofásico e trifásico, 7,4 e 22kVA respetivamente, com a possibilidade de limitar a potências inferiores.

  • A funcionalidade de monitorização de fugas DC está incorporada no produto. Este dispositivo de segurança permite a utilização de disjuntores diferenciais normais. Não existe, desta forma, a obrigatoriedade da instalação de um RCD to Tipo B.

  • Equipamento disponível com cabo fixo (Tipo1 ou Tipo2) ou com tomada do Tipo2.

  • Dynamic Load Management (DLM) evita o disparo da proteção da entrada, reduzindo a corrente de carga atribuída ao veículo elétrico. Para permitir o DLM, é obrigatório a instalação de um contador de energia no quadro de distribuição principal.

  • O módulo Wi-Fi permite que o conjunto de carregadores sejam configurados. Com um módulo Wi-Fi instalado, o carregador também pode ser equipado com um leitor RFID opcional para permitir autenticação.

  • Módulo OCPP incorporado, disponível na versão Fillone+. Este módulo permite a comunicação entre o carregador e um backend compatível com o protocolo OCPP 1.5 ou 1.6.

 

Sobre a i-charging

A i-charging é uma empresa de tecnologia focada nas infraestruturas de carregamento de veículos elétricos. 

Desenvolvemos soluções inovadoras de hardware e software que otimizam as operações dos nossos clientes, a experiência do utilizador e a utilização da rede elétrica. 

A nossa equipa é composta por profissionais experientes que contam com vários anos de experiência, revelando um profundo conhecimento do setor, tanto em tecnologia como no mercado. 

Queremos ser uma referência global no sector da mobilidade elétrica, oferecendo uma oferta diferenciadora e geradora de valor para a comunidade.

Contactos:

info@i-charging.pt

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