39 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA • Eletrificação de processos produtivos; • Sistemas de monitorização, controlo e gestão de energia; • Intervenções em edifícios (envolvente, sistemas técnicos, digitalização, energias renováveis e mobilidade elétrica); • Produção de energia renovável para autoconsumo (até 30% do investimento elegível); • Substituição de combustíveis fósseis por soluções elétricas ou renováveis; • Projetos de eco-inovação, economia circular e digitalização de processos com impacto direto na redução de emissões. PRAZOS DE CANDIDATURA • Fase 1 – Regime Geral: até 27 de fevereiro de 2026; • Fase 2 – RCI: até 30 de dezembro de 2026. CONDIÇÕES RELEVANTES Investimento mínimo: • 400 mil euros (Regime Geral); • 25 milhões de euros (RCI, salvo projetos de interesse estratégico); • Realização obrigatória de auditoria energética antes e após o projeto; • Demonstração efetiva da redução de consumos energéticos e emissões de GEE; • Cumprimento do princípio DNSH – Do No Significant Harm. O PAPEL DO IEP NA TRANSIÇÃO ENERGÉTICA E DESCARBONIZAÇÃO A sustentabilidade e a energia estão intrinsecamente ligadas, sendo a produção e o consumo de energia uma das principais fontes de impactes ambientais. O IEP apoia as empresas no seu percurso de descarbonização, através de soluções técnicas integradas que abrangem a gestão energética
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