49 SOLAR TÉRMICO e reduz significativamente o risco de sobreaquecimento (estagnação) do sistema, aumentando a segurança de operação e contribuindo para uma gestão mais estável do sistema ao longo do tempo. A arquitetura inclui depósitos de acumulação, tanque de drenagem, coletores seletivos, estrutura de suporte universal, grupo hidráulico, controlador solar e válvula misturadora termostática. Esta configuração proporciona um elevado nível de desempenho e uma boa integração arquitetónica, ao mesmo tempo que permite flexibilidade no dimensionamento e capacidade de evolução em função das necessidades de consumo. Em contextos marcados por elevada radiação solar e utilização sazonal de AQS, como sucede em muitas unidades turísticas, esta tipologia assume particular pertinência do ponto de vista técnico e operacional. A integração do solar térmico com outras necessidades térmicas do edifício abre também espaço a soluções mais versáteis. Na gama Spica, os sistemas de circulação forçada são apresentados como uma solução eficiente e multifuncional que, para além da produção de águas quentes sanitárias, permite efetuar o aquecimento da água das piscinas. Este tipo de abordagem é especialmente interessante em moradias, onde o sistema pode apoiar diferentes necessidades ao longo do ano. Durante o inverno, o aproveitamento térmico pode ser orientado para o para sistemas de aquecimento de baixa temperatura, como piso radiante hidráulico. Durante os meses mais quentes, o mesmo investimento pode contribuir para o aquecimento da piscina e para uma utilização mais prolongada do espaço exterior. Para o técnico, esta polivalência representa maior valor acrescentado no desenho da instalação e uma melhor rentabilização do sistema ao longo do ano. UMA MARCA COM BASE TÉCNICA CONSOLIDADA A UPLive é marca própria do Grupo Rolear desde 2012 e beneficia da experiência acumulada de uma organização com presença consolidada nas áreas da climatização, energia e equipamentos técnicos. Esta base dá consistência à evolução do portefólio e permite que a marca desenvolva soluções alinhadas com as necessidades reais do mercado, apoiadas por conhecimento técnico, proximidade comercial e especialização acumulada ao longo dos anos. No segmento do solar térmico, esse enquadramento traduz-se numa proposta credível para profissionais que valorizam simplicidade de instalação, robustez construtiva e capacidade de integração com outras funções térmicas do edifício. n técnico, a série distingue-se pelo depósito em aço de baixo teor em carbono, com tratamento interno por vitrificado a 860 °C, isolamento em poliuretano rígido expandido e acabamento externo com elevada resistência à intempérie e à radiação UV. É uma solução com leitura clara para o instalador, montagem simples e um equilíbrio interessante entre desempenho, durabilidade e tempo de execução em obra. Em 2026, a família Vega irá receber uma evolução importante com a introdução da versão Vega SPB, Semi Perfil Baixo, mantendo uma base técnica próxima da atual gama termossifão, mas recorrendo a uma solução construtiva em que o depósito fica oculto pelo plano do coletor. Esta evolução aproxima a família Vega da lógica já trabalhada na gama Spica Semi Perfil Baixo, pensada para reduzir a visibilidade do sistema e preservar a estética de coberturas em moradias unifamiliares. A solução foi desenvolvida para telhados planos, com reduzido impacto visual, elevado rendimento, durabilidade e facilidade de instalação. A futura versão Vega SPB deverá, por isso, responder a uma necessidade cada vez mais frequente no mercado residencial, onde a integração arquitetónica pesa tanto como a performance térmica. DRAINBACK E GESTÃO SAZONAL DA ENERGIA SOLAR Outro eixo técnico relevante na gama UPLive é o dos sistemas drainback, particularmente interessantes em edifícios sujeitos a forte variabilidade de ocupação ou de consumo ao longo do ano. Os sistemas de circulação drainback da marca recorrem a um princípio de autodrenagem que elimina o risco de congelação
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