Carlos Relancio é o novo Diretor de Energias Renováveis da Galp

O Instalador13/01/2020

Gestor espanhol entra na Galp depois de uma década ligado ao lançamento e gestão de negócios internacionais ligados às energias renováveis. Na Galp, Carlos Relancio irá coordenar a aplicação da estratégia que visa conferir um papel e um peso crescente às renováveis na operação da energética.

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O gestor espanhol Carlos Relancio é o novo Diretor de Energias Renováveis da Galp.

A contratação surge na sequência do recente anúncio das linhas estratégicas da Galp para um novo ciclo de crescimento, que contempla o reforço dos valores de investimento a aplicar em projetos que promovam a transição para um modelo energético de menor intensidade carbónica.

Licenciado em gestão pela Universidade de Saragoça, Carlos Relancio, de 50 anos, iniciou o seu percurso profissional na banca, como consultor financeiro no Banco Inversión, na Natwest.

Depois de uma década na Teca Consultores, também como consultor financeiro para a gestão de fundos europeus, criou em em 2011 a empresa EuroPV, através da qual construiu um ecossistema que ligou os mercados da América Latina, Europa e Ásia em torno do negócio do fotovoltaico.

Passou depois pela Cox Energy, onde acompanhou o crescimento do negócio desde a sua génese, enquanto startup, até assegurar presença em vários mercados internacionais.

Na Galp, onde assumiu funções como Diretor de energias Renováveis no final de 2019, Carlos Relancio irá coordenar a aplicação da estratégia que visa conferir um papel e um peso crescente às renováveis na operação da Galp.

“A Galp quer ser um player de relevo neste mercado a nível internacional”, resume Carlos Relancio, assumindo o entusiasmo por abraçar este novo desafio profissional “num momento de enorme transformação para a Galp e para o sector energético”. “É um papel de enorme responsabilidade, onde os novos modelos de negócio e as renováveis vão ser determinantes”, acrescenta.

Recorde-se que a Galp anunciou no final de 2019 que cerca de 40% do seu investimento anual médio líquido previsto até 2022 - calculado entre mil e 1,2 mil milhões de euros anuais - serão dedicados à captura de oportunidades relacionadas com a transição energética.

Estas incluem o aumento do peso do gás natural no mix de produção, bem como o desenvolvimento de um negócio competitivo de geração de eletricidade através de fontes renováveis.

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