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Ao todo são 44,1 milhões de euros de investimento

União Europeia investe em consórcio português que aposta em renováveis e na eficiência energética

O Instalador14/04/2021
A Comissão Europeia subsidiou, a fundo perdido um milhão de euros, para o projeto 'Ponto Energia' (ou BundleUp como é designado formalmente).
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Trata-se de um consórcio composto por oito empresas e organizações portuguesas para fomentar projetos de energia renovável e eficiência energética no país.

Três anos depois, a iniciativa multiplicou por mais de 44 o investimento inicial (para 44,1 milhões de euros), com 61 projetos concluídos. Ao sucesso do primeiro projeto segue-se um segundo investimento da UE, também no valor de um milhão de euros, ao que se juntam dois novos parceiros que vão permitir a abrangência nacional do projeto, a ADENE e a RNAE, num investimento potencial já identificado de mais 65 milhões de euros.

“Com o novo apoio da Comissão Europeia, o projeto vai ter continuidade por pelo menos mais três anos, e agora com maior ambição, com a ADENE e a RNAE a trazerem alcance nacional, incluindo ainda pelo menos um projeto de mobilidade elétrica e uma maior abrangência da economia social", afirma Manuel Nina, cofundador e CCO da GoParity, a empresa que coordena o Ponto Energia.
O projeto prevê um investimento de pelo menos 15 milhões de euros em eficiência energética e energia renovável e mais de 50 milhões de euros de potenciais projetos já identificados no setor público, privado e social.

O Ponto Energia é um projeto financiado em um milhão de euros pelo Horizonte2020, programa europeu para estimular a investigação e inovação, coordenado pela GoParity e promovido por um consórcio de oito entidades – Agência de Energia do Porto, Agência Municipal de Energia de Almada, Município de Cascais, Agência de Energia e Ambiente da Arrábida, Energaia, Eupportunity, GoParity e SRS Advogados.

Arrancou em 2018 com a missão de potenciar projetos públicos e privados de energia renovável e eficiência energética em Portugal, através da captação de investimento, capacitação para a escala e agilização dos processos burocráticos.

Desde o investimento inicial, o Ponto Energia já potenciou a criação de 61 projetos de energia, nomeadamente de iluminação pública LED, energia solar para autoconsumo, painéis solares, eficiência energética em edifícios e sistemas de climatização eficientes, em mais de 20 cidades portuguesas (como Setúbal, Espinho, Almada, Porto, Lisboa e Faro), para entidades do setor da indústria, retalho, escolas, pavilhões desportivos, habitação social, IPSS e municípios, que representam um investimento de €44.121.261.

Quase dois milhões de euros foram garantidos na plataforma de crowdlending para projetos de sustentabilidade GoParity, com recurso à sua comunidade de 11 mil investidores, o restante investimento alavancado pelo Ponto Energia foi proveniente de fundos públicos e capitais próprios dos interessados (públicos e privados).

De entre os parceiros, a maior fatia de investimento em eficiência energética foi realizada pela Agência de Energia do Porto, com 21 milhões de euros investidos em eficiência energética e autoconsumo em edifícios municipais, seguindo-se a AGENEAL (Agência de Energia de Almada), a Energaia, a ENA (a Agência de Energia da Arrábida), os projetos financiados em crowdfunding por empréstimo pela GoParity e o município de Cascais (a Cascais Próxima).

No total dos projetos foram instalados 3,5 MW de potência de sistemas fotovoltaicos que produzem 5,3GWh de energia limpa por ano, e aplicadas medidas de eficiência energética que permitem poupar 44,2GWh de energia e evitar a emissão de 17.827 ton CO2 todos os anos (equivalente à capacidade de absorção anual de 810.318 árvores).

Face ao sucesso deste projeto a GoParity propôs, em resposta a uma convocatória aberta da Comissão Europeia (novamente do Horizonte 2020), um projeto de follow-up com um consórcio mais pequeno de abrangência nacional. Contando com a ADENE, a RNAE e a SRS Advogados, o novo projeto - denominado BundleUp NEXT, vai alavancar os resultados do primeiro aumentando a sua abrangência em três áreas distintas: Tecnologia, ao incorporar novos tipo de eficiência energética e mobilidade elétrica; Geografia, ao almejar agora a abrangência nacional permitindo beneficiários de qualquer ponto do país; e Setorial, ao incluir agora também além do setor público, o setor privado e um especial foco na economia social.

A conferência final internacional do projeto intitulada “Energy Transition in the public sector - Strategies and Funding' terá lugar no dia 26 de abril, com a participação de membros do consórcio, representantes da Comissão Europeia e do Covenant of Mayors, além da partilha de experiência de  projetos equivalentes noutras geografias Europeias.

A informação e registo podem ser encontrados aqui.

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