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Informação profissional do setor das instalações em Portugal

Não subestimar o risco do perigo oculto [8]: renováveis

Manuel Martinho | Engenheiro de Segurança no Trabalho15/12/2022
Retomo com este artigo a série de artigos anteriores, relacionados com a energia, sobretudo a elétrica, na vertente segurança relacionada com as atividades produção e manutenção para reduzir riscos na cadeia de fornecimento na energia eólica e solar.
Parque eólico
Parque eólico.
A ameaça das alterações climáticas de que os média, diariamente nos dão conta, está na ordem do dia e parecem tornar-se realidade em função dos impactos negativos que se fazem sentir na vida das populações, vagas de calor, inundações, secas, nevões são cada vez mais frequentes e adversos para a os ecossistemas, economia, bem-estar e saúde dos seres humanos.
A minimização de riscos decorrentes requer medidas de adaptação aos impactos das alterações climáticas, como reduzir as emissões de gases com efeito de estufa, com enfoque nas fontes de energia renovável (solar, biomassa, geotérmica, hídrica, eólica, ondas e marés).
Ressalvados os custos de produção e os requisitos de segurança relacionados com a inflamabilidade e volatilidade, o recurso ao hidrogénio, para a indústria ou mobilidade, obtido por eletrólise, na separação da água em hidrogénio e oxigénio, para uso na produção de eletricidade de origem renovável ou captura e armazenamento de carbono é um processo limpo e sustentável.
O investimento perspetivado para obtenção de energia fotovoltaica e eólica ligada nas redes de transporte (RNT) e distribuição (RND) é um caminho que nos é apontado como adequado e capaz de preservar a qualidade de vida e bem-estar humano.

A energia eólica

Das alternativas aos combustíveis fósseis, a energia eólica assume já hoje de entre as energias renováveis, especial destaque pela contribuição de 8 869 GWh, no espectro de energia elétrica produzida, a que corresponde entre janeiro e setembro de 2022 uma cota de 28,4%, segundo o Balanço da Produção de Eletricidade de Portugal Continental, publicado pela APREN (Associação de Energias Renováveis).

Entre janeiro e setembro de 2022 foram gerados 31 225 GWh de eletricidade em Portugal Continental, dos quais 54,5 % foram de origem renovável...

Entre janeiro e setembro de 2022 foram gerados 31 225 GWh de eletricidade em Portugal Continental, dos quais 54,5 % foram de origem renovável. Fonte: REN

Havendo intensidade suficiente no movimento do vento, é possível transferir a energia cinética que lhe está associada, girando com a força do vento pás, cujo movimento aciona rotores, que quando ligados a um multiplicador aceleram e rotação e transferem a energia mecânica para o alternador que a transforma em elétrica.
Um aerogerador é um equipamento constituído por uma torre, que sustenta a nacele, cápsula em cujo interior se alojam órgãos mecânicos e elétricos, como o gerador elétrico, os equipamentos de controlo, de medição, transmissão mecânica, refrigeração, mecanismo de orientação direcional, entre outros componentes, e o rotor onde se fixam as pás que acionam o gerador, por intermédio de um multiplicador de velocidade. Na sua operação necessita de diferentes equipamentos de apoio ao trabalho (como sistema de escadas e/ou elevador, equipamentos levantamento de cargas, a caixa de engrenagens, o gerador, e outros).
Os aerogeradores, os parques e as centrais eólicas quando em terra alimentados por correntes de ar terreste, em locais onde a velocidade média anual do vento é superior 6 m/s, o que em Portugal acontece nas zonas montanhosas e junto à costa (onshore) transmitem a energia elétrica gerada, podem estar isolados ou ligados em rede.

Quando implantados no mar (offshore), onde a área disponível é grande, mesmo considerando as restrições geográficas do local (áreas protegidas, zonas de pescas, navegação, etc.), aproveitam os recursos presentes em zonas marítimas.

O parque eólico, grosso modo, é composto:

i. Aerogeradores interligados por cabos e rede de monotorização;

ii. Posto de Transformação ou Subestação e casa de comando;

iii. Anemómetro;

iv. Caminhos de acesso no parque e entre Aerogeradores;

v. Rede elétrica de ligação à rede de distribuição;

Os aerogeradores podem ser de:

i. Eixo vertical ou VAWT (Vertical Axis Wind Turbine), quando as suas pás giram em torno de um eixo central vertical;

ii. Eixo horizontal ou HAWT (Horizontal Axis Wind Turbine) no caso em que as pás giram na direção perpendicular à velocidade do vento, isto é, em torno de um eixo horizontal;

Componentes de um aerogerador
Componentes de um aerogerador.

Segurança no projeto e construção

O quadro legal em vigor para autorização de uma instalação eólica envolve diversos procedimentos autónomos de articulação mútua relativos à incidência territorial, impactes ambientais, estudo dos ventos, regime especial por Fontes de Energia Renováveis (FER) para produção de eletricidade, Regime Jurídico da Urbanização e Edificação.
No que respeita à segurança, é no Plano de Segurança e Saúde PSS) que se insere a avaliação de riscos e os condicionalismos, a que instalação direta ou indiretamente pode estar exposta em cada operação a realizar durante o ciclo de vida, por causa interna ou externa, e as metodologias de prevenção.
Vários atores podem estar envolvidos nas fases de construção ou até de manutenção, em coatividade ou utilização de meios comuns, o que requer planificação a montante e coordenação das medidas preventivas preconizadas por cada empresa.
Atribui-se ao projetista a obrigação de na conceção no projeto ter em conta a filosofia da prevenção (prevenção de conceção), na escolha de materiais e opções técnicas, por soluções que sejam baseadas numa metodologia de execução segura de modo a reduzir os riscos à condição de não significativos ou toleráveis.

De modo a obviar falhas e deficiências, por exemplo na definição das técnicas, métodos de trabalho, programação e coordenação dos trabalhos, bem como os equipamentos necessários à execução da obra e a organização do estaleiro, a coordenação de segurança em obra, visa, em simultâneo com as entidades envolvidas, assegurar condições de trabalho, adequadas para construir com qualidade e de modo seguro, no cumprimento dos requisitos legislativos.

Para a construção e posicionamento dos aerogeradores, é necessário analisar os pontos-chave do projeto e contrabalançar condicionantes, as suas consequências em termos de prevenção de riscos laborais para os trabalhadores que irão trabalhar no parque:

A. O layout do ‘site’ (estaleiro), as acessibilidades (qualidade das estradas e caminhos);

B. Impactos ambientais na fauna e flora.

C. As condições meteorológicas, temperaturas (calor e frio) e ventos predominantes,

D. Locais de implantação e trabalho (morfologia, modelação, terraplenagens, e escavações do solo), obstáculos e a proximidade aos aerogeradores (circulação de posicionamento de máquinas e equipamentos);

E. O posto de transformação ou subestação e a ligação à rede;

F. O risco elétrico (presença de energia e contacto direto ou indireto com peças em tensão ou vizinhança);

G. Equipamentos e aerogeradores (caraterísticas técnicas, modelação de peças, transporte excecional, elevação e montagem).

O principal perigo de trabalhar com aerogeradores é a altura com relação ao solo entendido como piso de referência, durante os trabalhos de instalação e de manutenção. Os grandes aerogeradores modernos utilizam torres de aço tubular troncocónicos, que oferecem vantagem ao possuírem acesso mais seguro para manutenção:
Ciclo de vida
Ciclo de vida.

A. O layout do 'site'

O trabalho de construção de um parque eólico é comparável ao trabalho realizado num estaleiro de construção.

Na segregação e no dimensionamento das instalações de apoio à obra são aspetos a considerar:

i. A duração da execução do projeto de construção, a intervenção de várias empresas em coatividade, os recursos de equipamentos, armazenamento de produtos, incluindo os perigosos, guarda de materiais e ferramentas, o parqueamento dos equipamentos, máquinas e viaturas;

ii. O controlo de acessos, número de trabalhadores envolvidos, instalações socias, técnicas e administrativas de estaleiro;

iii. A sinalização do 'site', as redes técnicas de serviço, o parque de resíduos, de materiais perigosos, a circulação de pessoas, equipamentos e viaturas, serão dimensionados consoante as condições específicas do estaleiro, em função do tipo de obra e intervenção, sendo importantes, terão aspetos diferentes a considerar e por isso especificados por adequação a cada projeto.

iv. Outros aspetos contemplados na legislação em vigor, nomeadamente a que respeita a estaleiros de apoio, à construção e aos locais de trabalho seguros e saudáveis.

De resto, a legislação é nesse aspeto boa, não oferece dúvidas quantos aos requisitos.

B. Impactos na fauna e flora

Os principais impactes gerados sobre este fator ambiental são os inerentes às espécies existentes de flora e fauna, bem como dos biótipos e habitats naturais afetados. Podem também existir espécies protegidas, em consequência da maior frequência de pessoas em determinados locais, bem como acumulação de resíduos e potenciação de risco de incêndio.

Impactos na flora: identificação de espécies, em especial as protegidas que a circulação de veículos e pessoas na zona do parque eólico, devem ser preservadas ou a minorados os efeitos por construção do parque.

Impactos na fauna: a circulação de veículos e pessoas na zona do parque pode afetar as populações existentes, nesse sentido devem ser identificadas as espécies ameaçadas, não só nos seus habitats, como nas rotas migratórias. A colisão e morte de aves com os aerogeradores e a eletrocução em linhas elétricas pode e deve ser ponderada.

Áreas de interesse paisagístico, reserva ecológica perímetros florestais, servidões aeronáuticas e de telecomunicações, não identificadas com permissão de intervenção podem constituir condicionantes à implantação e desenvolvimento de trabalhos. Inserir a avaliação e a declaração de impacto ambiental (DIA), e a monotonizarão de acompanhamento ambiental são um instrumento de trabalho para a redução de riscos ambientais.

C. As condições meteorológicas

No setor eólico as influências meteorológicas são uma combinação a avaliar.

As diferenças de temperatura são uma constante nos locais de trabalho, quer estes e situem a céu aberto ou em ambiente fechado. O desconforto térmico constitui um risco ocupacional a controlar.

Como fatores ambientais do local podemos considerar a temperatura, a humidade e a velocidade do ar.

A condição ambiental ideal – ambiente neutro - para um local de trabalho situa-se (Dec. Lei 243/86):

a) Temperatura entre os 18°C e os 22°C, podendo em condições especiais atingir os 25°C;

b) Humidade relativa do ar entre 50% e 70%

c) Velocidade do ar de aproximadamente 0,12m/s, em ventilação natural e/ou artificial não poluída.

Calor ou frio em excesso e mudanças repentinas de um ambiente térmico quente para frio e vice-versa são condições inseguras que prejudicam a saúde.

Os efeitos de sobrecarga térmica dependem de fatores de ordem climática ambiental do posto de trabalho e das caraterísticas individuais de cada trabalhador, tais como a idade, o peso, a condição física e especialmente o aparelho circulatório.

A regulação calórica do corpo humano procura mantê-lo a uma temperatura constante de 37°C. através da ação da circulação sanguínea na pele e nos tecidos subcutâneos.

Por sua vez, a temperatura sanguínea provém da energia libertada pelas células, a estabilidade dos fatores como por exemplo o pH, a pressão arterial, a hidratação e outros são essenciais para assegurar a atividade normal num indivíduo e contribuir para a saúde.

i. Exposição ocupacional ao calor

Temperatura elevada
Temperatura elevada.

Quando exposto a calor ambiental excessivo – ambiente quente - o organismo produz mais calor, que usa para manter e regular a temperatura corporal.

Quando submetido diariamente a altas temperaturas, o organismo procura adaptar-se por transformações fisiológicas, na busca de equilibrar a temperatura do corpo, a elevação do ritmo cardíaco.

Os riscos de exposição a temperaturas elevadas aumentam com o teor de humidade, o que diminui o efeito refrescante, ou com o esforço físico prolongado, que aumenta o calor produzido pelos músculos.

A exposição prolongada a temperatura elevada pode causar um aumento da irritabilidade, dor de cabeça, incapacidade de concentração, ansiedade, fraqueza e depressão. Com maior gravidade podem ainda ocorrer alterações físicas como desidratação, doenças de pele e hipertermia.

ii. Exposição ocupacional ao frio

Quando o corpo está exposto ao frio, no caso trabalhos a céu aberto em condição de clima frio, verifica-se o fenómeno oposto ao que ocorre nas situações de calor excessivo, os vasos sanguíneos periféricos (pele e extremidades) contraem-se para reduzir a perda de calor, resultando baixa brusca da temperatura da pele, dos dedos das mãos e dos pés, das orelhas e do nariz e maior fluxo de sangue para órgãos vitais como o coração e o cérebro.

A habilidade manual relacionada com o tato, pela movimentação dos pequenos músculos das mãos e flexibilidade das articulações, expostas ao frio reduzem a atividade motora, a destreza e a força.

O tremor pelo frio condiciona muito o desempenho articular e a movimentação delicada dos músculos, leva a que cada indivíduo interrompa o trabalho frequentemente, para reaquecer suas mãos, tornando-o mais lento o que aumenta a margem de erros e acidentes.

Eólicas em clima frio
Eólicas em clima frio.
Quando a temperatura desce para valores próximos de – 1°C, pode ocorrer congelamento, alteração da estrutura celular e necrose dos tecidos.

O primeiro sinal de lesão por exposição ao frio é uma sensação de pontada aguda, adormecimento e anestesia dos tecidos atingidos.

A necrose por frio pode produzir desde uma lesão superficial com mudança da cor da pele, anestesia transitória, até ao congelamento de tecidos profundos com isquemia persistente, trombose, cianose profunda e gangrena.

A hipotermia e resfriamento do corpo até uma temperatura potencialmente perigosa atinge principalmente as pessoas mais idosas ou muito jovens, expostas ao ar frio ou imersão em água fria. Os sintomas são graduais e subtis, ocorrendo movimentos lentos e desordenados, confusão mental, alucinações, perda da consciência e até a morte por paragem cardiorrespiratória.

Partes da pele podem congelar, sofrer lesões superficiais, ficar brancas, firmes e dolorosas e posteriormente escamar.

iii. Recomendações para trabalho em locais com temperaturas altas e baixas:

Em ambiente quente

a) Reorganizar as práticas de trabalho e disponibilizar informação aos trabalhadores sobre o risco da exposição ao calor, consequências, e medidas e comportamentos preventivos;

b) Monitorização continuada das condições ambientais de trabalho;

c) Reposição hídrica adequada – beber quantidades de líquido frequentemente (água potável);

d) Adaptar o horário de trabalho para os períodos de menor calor;

e) Pausas para repouso e redução do tempo de exposição ao calor;

f) Evitar trabalho isolado;

Comportamentos de autoproteção recomendados

a) Usar roupa fresca, proteção da cabeça e óculos adequados no caso de calor por radiação;

b) Abster-se de ingerir bebidas alcoólicas;

c) Não fumar nem foguear;

d) Manter uma condição física saudável e evitar o trabalho sob efeito de fármacos incompatíveis;

e) Em caso de mal-estar reportar de imediato os sintomas e solicitar ajuda e não manipular equipamentos ou conduzir veículos.

Em ambiente frio

a) Reorganizar as práticas de trabalho e disponibilizar informação aos trabalhadores sobre o risco da exposição ao frio consequências, e medidas e comportamentos preventivos;

b) Adaptar o horário de trabalho para os períodos menos frios;

c) Adaptar o horário de trabalho para os períodos de menos agressivos por frio ou reduzir o tempo de exposição;

d) Evitar trabalho solitário em ambientes frios;

e) Evitar sobrecarga de trabalho cuja sudação humedeça vestuário;

f) Avaliação ambiental, tendo em conta a temperatura do ar, a velocidade do vento e a atividade física e determinar a temperatura de esfriamento equivalente;

g) Disponibilizar equipamentos de proteção individual adequados aos riscos identificados e avaliados;

h) Uso de luvas e/ou mitenes em função da temperatura de exposição/contato e grau de destreza manual;

i) Para atividades na água ou com roupa molhada, com exposição a temperatura inferiores 2°C efetuar troca de roupa frequente;

j) Usar roupa impermeável exteriormente em ambientes húmidos e trocar frequente de meias e/ou palmilhas.

k) Para trabalhadores expostos a muito baixas temperaturas, disponibilizar espaços aquecidos autónomos para recuperação térmica;

l) Interromper o trabalho sempre que por insuficiência de roupa se constate hipotermia em algum trabalhador e disponibilizar primeiros socorros;

m) Em trabalhos prolongados recomenda-se uma boa alimentação rica em calorias e roupas quentes.

n) Evitar contacto e/ou isolar partes metálicas e comandos manuais para temperaturas inferiores a -1°C;

o) Em ambiente frio evitar o uso de assentos metálicos ou cadeiras desprotegidas para desenvolver atividade laboral;

p) Promover a automação do trabalho para diminuição do trabalho manual sobretudo usando as extremidades (mão e dedos);

Comportamentos de autoproteção recomendados

a) Considerar acomodação gradual à nova temperatura promovendo transição gradual para a temperatura de trabalho;

b) Em caso alteração mental ou motora por exposição a baixa temperaturas disponibilizar primeiros socorros;

c) Usar vestuário de agasalho de lã, resguardo e pescoço, proteção da cabeça (gorro), dos olhos e calçado de proteção do frio e humidade;

d) Beber bebidas, sopa e alimentos quentes;

e) Não ingerir bebidas alcoólicas; não fumar;

f) Em caso de esfriamento não usar fontes de calor direto sobre a pele;

g) Manter uma condição física saudável e evitar o trabalho sob efeito de fármacos que possam interferir na temperatura corporal;

h) Em caso de mal-estar reportar de imediato os sintomas e solicitar ajuda sem manipular equipamentos ou conduzir veículos;

i) Evitar a exposição à situação de enregelamentos;

j) Evitar caminhar se os dedos do pé foram acometidos pelo frio.

Continua no próximo número…

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