O CENTERM (Centro Tecnológico para a Indústria Térmica, Energia e Ambiente), organismo de certificação, inspeção e auditoria da APIRAC (Associação Portuguesa das Empresas dos Sectores Térmico, Energético, Electrónico e do Ambiente), viu formalizado pelo IPAC (Instituto Português de Acreditação) a extensão da sua Acreditação para a Certificação em Dióxido Carbono (CO2).
O CENTERM, organismo de certificação, inspeção e auditoria da APIRAC – Associação Portuguesa das Empresas dos Sectores Térmico, Energético, Electrónico e do Ambiente – passa a dispor de acreditação alargada pelo IPAC para a certificação em dióxido de carbono (CO2).
A extensão da acreditação enquadra-se na aplicação dos Regulamentos (UE) 2024/573 e 2024/2215, relativos aos F-Gases e respetivas alternativas, reforçando a resposta às empresas do setor térmico num contexto de transição para fluidos frigorigéneos com menor impacto ambiental.
O processo resulta de um trabalho desenvolvido nos últimos meses, envolvendo vários parceiros do setor, com vista à implementação de um sistema completo de formação e certificação em ambiente de simulação real. O modelo criado reproduz aplicações frigoríficas atualmente em operação com utilização de CO2, integrando central frigorífica, câmara frigorífica e expositor frigorífico a funcionar em paralelo.
De acordo com Nuno Roque, diretor-geral da APIRAC, “a extensão de acreditação atribuída ao CENTERM pelo IPAC é uma reafirmação da confiança depositada na qualificação técnica que garantimos às empresas e aos profissionais, constituindo um marco na atuação da Associação, tal como já tinha sucedido com os F-Gases e Hidrocarbonetos e acontecerá, em breve, com o Amoníaco”. O responsável acrescenta que “as empresas e os técnicos têm ao seu dispor o que de mais avançado se pode encontrar na Europa e no Mundo, nos domínios da formação e da certificação profissional, podendo inscrever-se para Lisboa ou Matosinhos”.
Com esta acreditação, o CENTERM reforça o seu papel enquanto entidade certificadora no domínio dos gases alternativos, num momento em que o enquadramento regulatório europeu acelera a substituição progressiva de substâncias com elevado potencial de aquecimento global.


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