Efcis - Comércio Internacional, S.A.
Informação profissional do setor das instalações em Portugal
Dados REN

Primeiro trimestre de 2026 com consumo recorde de energia elétrica

06/04/2026

O consumo de energia elétrica em Portugal atingiu 14,6 TWh nos primeiros três meses de 2026, estabelecendo um novo máximo histórico para um primeiro trimestre, de acordo com um comunicado da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

Fotografia de Matthew Henry, Unsplash
Fotografia de Matthew Henry, Unsplash.
Segundo a ERSE, este valor supera o anterior recorde registado em 2025 (14,1 TWh), traduzindo um crescimento de 3,8%, ou de 3,9% após correção dos efeitos de temperatura e do número de dias úteis. Apesar desta evolução positiva no acumulado trimestral, o mês de março registou uma inversão da tendência recente, com uma quebra homóloga de 0,6%. Ainda assim, corrigindo os fatores sazonais, verifica-se um aumento de 1,4%.

No que respeita à origem da eletricidade, a produção renovável assegurou 80% do consumo no primeiro trimestre. A componente hidroelétrica representou 38%, seguida da eólica com 32%, da solar fotovoltaica com 6% e da biomassa com 4%. Já a produção a gás natural não ultrapassou 16%, apesar de condicionamentos no sistema associados à depressão Kristin, enquanto o saldo de trocas com o estrangeiro correspondeu a 3%.

Os índices de produtibilidade das fontes renováveis situaram-se acima da média histórica na hidroeletricidade (1,52) e na eólica (1,15), enquanto a solar registou um valor inferior (0,65). Em março, a produção renovável abasteceu 76% do consumo, com a hidroeletricidade a manter condições favoráveis (índice de 1,27), ao contrário da eólica (0,89) e da solar (0,71).

No mercado do gás natural, a ERSE assinala a continuidade da tendência de crescimento, com uma subida homóloga de 10,3% em março. Este aumento foi impulsionado pelo segmento de produção de energia elétrica, que registou uma variação de 79%, contrastando com a diminuição de 6,8% no consumo convencional.

O abastecimento nacional foi maioritariamente assegurado pelo terminal de gás natural liquefeito (GNL) de Sines, responsável por 97% do consumo em março, enquanto a interligação com Espanha representou os restantes 3%.

No conjunto do trimestre, o consumo de gás natural cresceu 13,8% face ao período homólogo, refletindo um aumento de 54% na produção de eletricidade e de 0,2% no segmento convencional. O terminal de Sines garantiu 82% do abastecimento, com origens diversificadas, nomeadamente Nigéria (37%), Estados Unidos (36%) e Rússia (10%).

REVISTAS

Lisboa Feiras, Congressos e Eventos / Associação Empresarial (Smart Cities Summit - Fil - Tektónica)Lisboa Feiras, Congressos e Eventos / Associação Empresarial (Smart Cities Summit - Fil - Tektónica)Bosch - Termotecnologia, S.A. (Bosch Junkers)

Media Partners

NEWSLETTERS

  • Newsletter O Instalador

    30/03/2026

  • Newsletter O Instalador

    23/03/2026

Subscrever gratuitamente a Newsletter - Ver exemplo

Password

Marcar todos

Autorizo o envio de newsletters e informações de interempresas.net

Autorizo o envio de comunicações de terceiros via interempresas.net

Li e aceito as condições do Aviso legal e da Política de Proteção de Dados

Responsable: Interempresas Media, S.L.U. Finalidades: Assinatura da(s) nossa(s) newsletter(s). Gerenciamento de contas de usuários. Envio de e-mails relacionados a ele ou relacionados a interesses semelhantes ou associados.Conservação: durante o relacionamento com você, ou enquanto for necessário para realizar os propósitos especificados. Atribuição: Os dados podem ser transferidos para outras empresas do grupo por motivos de gestão interna. Derechos: Acceso, rectificación, oposición, supresión, portabilidad, limitación del tratatamiento y decisiones automatizadas: entre em contato com nosso DPO. Si considera que el tratamiento no se ajusta a la normativa vigente, puede presentar reclamación ante la AEPD. Mais informação: Política de Proteção de Dados

oinstalador.com

O Instalador - Informação profissional do setor das instalações em Portugal

Estatuto Editorial