Um ano após o apagão de abril de 2025, a Bling Energy revela que o sistema de backup se tornou uma referência na proteção energética das habitações portuguesas. No último ano, a empresa realizou 1263 instalações solares, com 19,7% dos clientes a optarem por um sistema de backup integrado. O interesse nesta solução cresceu quase cinco vezes face ao período pré-apagão e, nos primeiros meses de 2026, mantém-se em níveis historicamente elevados.
Um ano depois, os dados mostram que essa resposta não só foi rápida como mudou o mercado.
A Bling Energy avançou, nos meses seguintes ao apagão, com a disponibilização e o reforço de sistemas solares com backup integrado - uma solução que permite manter a alimentação elétrica mesmo em caso de falha da rede. Desde então, aquilo que começou como uma resposta a uma falha pontual tornou-se um novo padrão de decisão dos consumidores portugueses.
O impacto do apagão foi imediato na forma como os consumidores passaram a encarar a segurança energética. Entre abril de 2025 e março de 2026, foram realizadas 1263 instalações solares, num investimento global superior a 6 milhões de euros. Neste período, 19,7% (250 instalações) dos clientes optaram por sistemas de backup energético integrados e as soluções com bateria representaram já 53,4% do total de instalações (675 sistemas), ultrapassando as soluções sem armazenamento (45,8%).
Em abril de 2025, de apenas 10 instalações com sistema de backup, esse número subiu em maio para 46 - um crescimento de mais de 460% num único mês. Nos primeiros meses de 2026, a tendência consolidou-se, com janeiro, fevereiro e março a registarem os valores mais elevados desde o lançamento da solução. Um sistema que antes do apagão era praticamente residual, hoje representa uma das categorias com maior crescimento dentro da oferta da empresa. A sua adoção distribui-se por todo o território continental, com uma maior concentração nas regiões do Norte (nomeadamente no Porto e em Coimbra), Alentejo e Lisboa.
“O que vivemos em abril de 2025 foi um alerta claro. Contudo, o mais relevante não foi o apagão em si, mas a forma como acelerou a consciência dos consumidores para a necessidade de autonomia energética. A nossa resposta teve de ser rápida, prática e focada em garantir que este tipo de falha não volta a significar ficar sem energia em casa”, afirma Francisco Sousa Machado, CRO e cofundador da Bling Energy.
Esta resposta traduziu-se também na evolução de soluções de armazenamento. Em abril de 2025, mês em que ocorreu o evento, a Bling Energy registou 238 novos clientes interessados em baterias solares. No mês seguinte, esse número disparou para 558 pedidos, representando um crescimento de 234%.
Após uma desaceleração normal nos meses de verão, a procura retomou a partir de outubro de 2025, atingindo o pico em dezembro de 2025, com 1190 clientes (face a 570 sem bateria). Em março de 2026 fixou-se nos 1258, quase cinco vezes acima dos níveis pré-apagão, o que evidenciou uma mudança significativa no comportamento dos consumidores.
A nível de instalações, em abril de 2025, apenas 25% das instalações incluíam bateria. Logo no mês seguinte, essa proporção subiu para 42%, tendo continuado a crescer de forma consistente. Nos primeiros meses de 2026, entre janeiro e março, as instalações com bateria já correspondiam a entre 72% e 81% do total mensal.
Estes dados revelam uma mudança de paradigma, em que a energia deixou de ser apenas uma questão de consumo e passou a ser uma questão de segurança.
Para assinalar o ano que se passou desde o apagão de abril de 2025, a Bling Energy disponibiliza, por tempo limitado, condições especiais na aquisição e subscrição de sistemas solares com bateria e backup.




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